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A Importância da Prece

  1. O que é Prece?
  2. A diferença entre Prece e Adoração
  3. A quem podemos dirigir nossas Preces?
  4. Como as Preces são transmitidas?
  5. E evolução da Prece
  6. Os resultados da Prece
  7. A Prece não substitui a ação
  8. O valor ético da Prece
  9. A Prece deve ser equânime
  10. A Prece deve ser altruísta
  11. A Prece materialista
  12. O valor social da Prece
  13. Os riscos da institucionalização da Prece
  14. A Prece na experiência pessoal
  15. Condições para uma Prece eficiente

1. O que é Prece?

É o ato, por parte da criatura humana, de buscar o contato com a Realidade Divina.

2. A diferença entre Adoração e Prece

Algumas Preces constituem verdadeira Adoração, mas nem toda Prece pode ser considerada Adoração, a diferença está em que a Adoração está isenta de qualquer interesse próprio.

(65.5) 5:3.3 A Adoração existe para a sua própria causa; a Prece incorpora um elemento de interesse próprio ou da criatura; e essa é a grande diferença entre a Adoração e a Prece. Não existe absolutamente nenhuma demanda, ou outro elemento de interesse pessoal, na verdadeira Adoração; nós simplesmente adoramos a Deus, pelo que compreendemos que Ele seja. A Adoração nada pede e nada espera, para o adorador. Nós não adoramos o Pai por causa de alguma coisa que possamos extrair de tal veneração; prestamos tal devoção e nos dedicamos à Adoração como uma reação natural e espontânea ao reconhecimento da personalidade incomparável do Pai; e por causa da Sua natureza plena de amor e dos Seus atributos adoráveis.

(65.6) 5:3.4 No momento em que o elemento do interesse próprio é introduzido na Adoração, nesse instante, a devoção passa da Adoração para a Prece e, mais apropriadamente, deveria ser dirigida à pessoa do Filho Eterno ou do Filho Criador. Mas, na experiência religiosa prática, não existe nenhuma razão para que a Prece não deva ser endereçada a Deus, o Pai, como parte da verdadeira Adoração.

3. A quem podemos dirigir nossas Preces?

Enquanto que a Adoração deve ser sempre voltada ao Pai Universal, as Preces são necessariamente dirigidas ao Filho Eterno. No universo local, o Filho Criador recebe tanto a Adoração quanto a Prece, pois é o representante de ambos: Pai Universal e Filho Eterno.

(66.1) 5:3.5 E assim é: vós adorais a Deus; fazeis as vossas Preces para o Filho e comungais com ele; e trabalhais os detalhes da vossa estada terrena em conexão com as inteligências do Espírito Infinito, as quais operam no vosso mundo e em todo o vosso universo.

(66.2) 5:3.6 Os Filhos Criadores ou Soberanos que presidem aos destinos dos universos locais estão no lugar tanto do Pai Universal, quanto do Filho Eterno do Paraíso. Esses Filhos do Universo recebem, em nome do Pai, o culto da Adoração e dão ouvidos às Preces dos seus súditos peticionários, de todas as suas respectivas criações. Para os filhos de um universo local, um Filho Michael é Deus, para todos os fins e propósitos práticos. Ele é a personificação, no universo local, do Pai Universal e do Filho Eterno. O Espírito Infinito mantém um contato pessoal com os filhos desses reinos, por meio dos Espíritos Maternos do Universo, que são as coligadas criativas e administrativas dos Filhos Criadores do Paraíso.

(65.4) 5:3.2 As súplicas de todas espécies pertencem ao reino do Filho Eterno e à organização espiritual do Filho. As Preces e todas as comunicações formais, tudo, exceto a Adoração e o culto ao Pai Universal, são questões que concernem a um universo local; comumente, não saem fora do domínio da jurisdição de um Filho Criador. Mas a Adoração, sem dúvida, entra em circuito e é despachada para a pessoa do Criador, pela função do circuito da personalidade do Pai.

4. Como as Preces são transmitidas?

Nossas preces são atraídas pelo circuito da gravidade do espírito, da mesma forma que a matéria é atraída pela gravidade material.

(84.3) 7:3.3 O circuito da gravidade do espírito é o canal básico de transmissão das Preces genuínas do coração crente do homem, do nível da consciência humana até a consciência real da Deidade. Tudo aquilo que representa um valor espiritual verdadeiro, nos vossos pedidos, será captado pelo circuito universal da gravidade espiritual e passará imediata e simultaneamente a todas as personalidades divinas envolvidas. Cada uma ocupar-se-á com o que for pertinente ao Seu âmbito pessoal. Portanto, na vossa experiência religiosa prática, é indiferente se, ao dirigir a vossa súplica, visualizardes o Filho Criador do vosso universo local ou o Filho Eterno no centro de todas as coisas.

(84.6) 7:3.6 ...se as vossas súplicas forem puramente materiais e totalmente egocêntricas, não existe plano por meio do qual tais Preces sem maior dignidade possam encontrar lugar no circuito espiritual do Filho Eterno. O conteúdo de qualquer petição que não seja “ditada pelo espírito” não pode encontrar lugar no circuito universal do espírito; tais pedidos, puramente egoístas e materiais, perecem; eles não ascendem aos circuitos dos valores espirituais verdadeiros.

5. A evolução da Prece

(994.2) 91:0.2 As formas iniciais da oração não eram dirigidas à Deidade. Essas expressões eram muito parecidas com aquilo que vós diríeis a um amigo quando vos lançais em um empreendimento importante: “Deseja-me sorte”. O homem primitivo era escravizado pela magia; a sorte, boa e má, entrava em todos os assuntos da vida. A princípio, esses pedidos de sorte eram monólogos — apenas uma espécie de pensamento em voz alta, feito pelo servo da magia.

(995.3) 91:1.4 A Prece é apenas um monólogo, para o tipo mais primitivo de mente. Muito cedo se transforma em um diálogo e rapidamente se expande ao nível do culto grupal.

(995.6) 91:2.1 As primeiras Preces eram meramente desejos verbalizados, uma expressão de desejos sinceros. Em seguida, a Prece tornou-se uma técnica de obter a cooperação dos espíritos. E, então, atingiu uma função mais elevada, a de ajudar a religião na conservação de todos os valores dignos de serem preservados.

(996.1) 91:2.3 Quando o homem aprendeu que a Prece não podia coagir os deuses, ela transformou-se mais em um pedido, em uma busca de favores. Mas a oração mais verdadeira é, na realidade, uma comunhão entre o homem e o seu Criador.

6. Os resultados da Prece:

a. Permite o contato com o Ajustador do Pensamento:

(996.4) 91:2.6 Durante os tempos primitivos da evolução racial e até mesmo nos tempos presentes, na experiência cotidiana do mortal mediano, a Prece é algo muito próximo do fenômeno do contato feito pelo homem com o seu próprio subconsciente. Mas há também um domínio da Prece no qual o indivíduo, intelectualmente alerta e em progresso espiritual, alcança um contato maior ou menor com os níveis supraconscientes da mente humana, domínio esse que é do Ajustador do Pensamento residente. Além disso, há uma parte espiritual, definida na oração verdadeira, que está ligada à recepção e ao reconhecimento dessa oração, por parte das forças espirituais do universo, e que é inteiramente distinta de qualquer associação intelectual feita pelo ser humano.

(997.2) 91:3.4 A simples Prece da fé evidencia uma evolução poderosa na experiência humana, por meio da qual as conversações dos antigos com o símbolo fictício do alterego, da religião primitiva, tornaram-se elevadas até o nível da comunhão com o espírito do Infinito e até aquela consciência sincera da realidade do Deus eterno e do Pai, do Paraíso, de toda a criação inteligente.

(1000.1) 91:6.7 Não há outra técnica por meio da qual qualquer homem, a despeito de todos os seus outros feitos mortais, possa, tão efetiva e imediatamente, aproximar-se do umbral do reino no qual ele pode comunicar-se com Aquele que o criou, no qual a criatura entra em contato com a realidade do Criador, com o Ajustador do Pensamento residente.

b. Contribui com o desenvolvimento da religião pessoal:

(996.5) 91:2.7 A oração contribui grandemente para o desenvolvimento do sentimento religioso de uma mente humana em evolução. É uma influência poderosa que opera impedindo o isolamento da personalidade.

(996.6) 91:2.8 A Prece representa uma técnica associada às religiões naturais da evolução da raça, e forma também uma parte dos valores experienciais das religiões mais elevadas em excelência ética, as religiões da revelação.

(997.1) 91:3.3 ... a Prece funciona como o agente mais poderoso da religião, na conservação dos valores e ideais mais elevados daqueles que oram.

(999.9) 91:6.6 A Prece tem sido um fator indispensável ao progresso e à preservação de uma civilização religiosa e tem ainda a dar poderosas contribuições ao futuro crescimento e à espiritualização da sociedade, se aqueles que oram, apenas o fizerem à luz dos fatos científicos, da sabedoria filosófica, da sinceridade intelectual e da fé espiritual. Orai como Jesus ensinou aos seus discípulos — honestamente, sem egoísmo, com equanimidade e sem duvidar.

c. Proporciona ao homem uma vida melhor e capacita-o a realizações mais elevadas:

(997.3) 91:3.5 ... a Prece feita com ética é um modo esplêndido de elevar o próprio ego e de reforçar o eu para uma vida melhor e para realizações mais elevadas.

(999.6) 91:6.3 Não importa quão difícil possa ser conciliar a dúvida científica sobre a eficácia da Prece com a necessidade sempre premente de buscar ajuda e orientação nas fontes divinas, nunca vos esqueçais de que a Prece sincera da fé é uma força poderosa na promoção da felicidade pessoal, no autocontrole individual, na harmonia social, no progresso moral e na conquista espiritual.

d. Recupera as forças nos momentos difíceis:

(999.7) 91:6.4 A Prece, mesmo como uma prática puramente humana, como um diálogo com o próprio alter ego, constitui uma técnica de abordagem, a mais eficiente, para colocar em ação aquela reserva de forças, da natureza humana, que está armazenada e conservada nos reinos inconscientes da mente humana. A Prece é uma prática psicológica saudável, independentemente das suas implicações religiosas e da sua significação espiritual. É um fato na experiência humana que a maior parte das pessoas, quando pressionada tão duramente quanto necessário, irá orar, de algum modo, para alguma fonte de ajuda.

(999.8) 91:6.5 Não sejais tão ociosos a ponto de pedir a Deus que resolva todas as vossas dificuldades, mas nunca hesiteis em pedir a Ele a sabedoria e a força espiritual para guiar-vos e sustentar-vos, enquanto estiverdes enfrentando, corajosa e resolutamente, os problemas que surgirem.

e. Contribui para a cura de doenças:

(999.5) 91:6.2 A Prece não é uma técnica de cura para doenças reais e orgânicas, mas tem contribuído enormemente para o gozo de saúde abundante e a cura de inúmeros males mentais, emocionais e nervosos. E, mesmo no caso de doenças causadas por bactérias reais, a Prece muitas vezes tem aumentado a eficácia dos remédios empregados. A Prece tem transformado muitos seres inválidos, irritadiços e queixosos, em paradigmas da paciência; e tem feito deles uma inspiração para todos os outros indivíduos humanos sofredores.

7. A Prece não substitui a ação:

(997.7) 91:4.2 A Prece nunca deve ser prostituída a ponto de tornar-se uma substituta para a ação. Toda Prece dentro da ética é um estímulo à ação e um guia para os esforços progressivos na direção das metas idealistas de realização do supra-eu.

8. O valor ético da Prece:

(997.6) 91:4.1 Nenhuma Prece pode ser ética quando o suplicante busca uma vantagem egoísta sobre os seus semelhantes. A Prece egoísta e materialista é incompatível com as religiões éticas, que estão fundadas sobre o amor não-egoísta e divino. As Preces desprovidas de ética retroagem até os níveis primitivos da pseudomagia e são indignas das civilizações avançadas e das religiões esclarecidas. A Prece egoísta transgride o espírito de toda a ética baseada na justiça do amor.

9. A Prece deve ser equânime:

(998.1) 91:4.3 Em todas as vossas Preces sede equânimes; não espereis que Deus demonstre parcialidade, que ame a vós mais do que aos Seus outros filhos, vossos amigos, semelhantes e até mesmo inimigos.

10. A Prece deve ser altruísta:

(998.1) 91:4.3 Toda Prece, individual ou comunitária, pode ser egoísta ou altruísta. Isto é, a Prece pode estar centrada no eu ou nos outros. Quando a oração não busca nada para quem a faz nem para os seus semelhantes, então, tal atitude da alma tende para o nível da verdadeira Adoração. As Preces egoístas envolvem confissões e súplicas e, freqüentemente, consistem em pedidos de favores materiais. A Prece torna-se um tanto mais ética quando lida com o perdão e busca a sabedoria para uma mestria mais elevada de si próprio.

(998.2) 91:4.4 Enquanto o tipo não-egoísta de Prece é fortalecedor e confortador, a Prece materialista está fadada a desapontar e a desiludir, pois até mesmo as descobertas científicas avançadas demonstram que o homem vive em um universo físico de lei e de ordem. A infância de um indivíduo, ou de uma raça, é caracterizada pela Prece primitiva, egoísta e materialista.

11. A Prece materialista

(998.2) 91:4.4 ... em uma certa medida, todas as Preces de pedidos são eficazes, no sentido de que invariavelmente conduzem aos esforços e ao exercício daquilo que contribuirá para a realização das respostas a essas Preces. A Prece verdadeira na fé contribui sempre para aumentar a técnica de viver, ainda que os pedidos não sejam dignos de um reconhecimento espiritual. A pessoa espiritualmente avançada, no entanto, deve ter um grande cuidado ao tentar desencorajar uma mente primária ou imatura a respeito desse tipo de Prece.

(998.3) 91:4.5 Lembrai-vos, pois, ainda que a Prece não mude Deus, muito freqüentemente ela efetua grandes e perduráveis mudanças naquele que a realiza com fé e expectativa confiantes. A Prece tem engendrado muita paz nas mentes e muita alegria, calma, coragem, mestria sobre si próprio e equanimidade mental nos homens e nas mulheres das raças em evolução.

12. O valor social da Prece:

(998.5) 91:5.2 A Prece, contudo, não tem de ser sempre individual. A Prece grupal ou congregacional é muito eficiente, pois é altamente socializante nas suas repercussões. Quando um grupo se empenha em uma Prece comunitária para o enaltecimento moral e para a elevação espiritual, tais devoções atuam sobre os indivíduos que compõem o grupo e todos se tornam melhores em conseqüência da participação. Até mesmo toda uma cidade ou uma nação inteira podem ser ajudadas por tais Preces devocionais. A confissão, o arrependimento e a Prece têm conduzido indivíduos, cidades, nações e raças inteiras a esforços poderosos de reforma e até a atos corajosos para realizações de muito valor.

(998.6) 91:5.3 Se vós realmente desejais vencer o hábito de criticar algum amigo, o meio mais rápido de realizar essa mudança de atitude é estabelecer o hábito de orar por essa pessoa a cada dia de vossa vida. Mas as repercussões sociais de tais Preces dependem, sobretudo, de duas condições:

(998.7) 91:5.4 1. A pessoa por quem se faz a Prece deve saber que se está orando por ela.

(999.1) 91:5.5 2. A pessoa que ora deve entrar em contato social íntimo com a pessoa por quem está orando.

13. Os riscos da institucionalização da Prece

(999.2) 91:5.6 A Prece é a técnica pela qual, mais cedo ou mais tarde, toda religião torna-se institucionalizada. E, com o tempo, a Prece torna-se associada a inúmeras agências e agentes secundários, alguns que ajudam, e outros que são decididamente deletérios, tais como os sacerdotes, os livros sagrados, os rituais e cerimoniais de Adoração.

14. A Prece na experiência pessoal

(1001.12) 91:8.8 O homem moderno fica perplexo com o pensamento de conversar com Deus de um modo puramente pessoal. Muitos abandonaram a oração de sempre, orando apenas quando sob uma pressão inusitada — nas emergências. O homem deveria falar a Deus com destemor; todavia apenas um ser infantil espiritualmente assumiria persuadir ou presumiria mudá-Lo.

(1002.1) 91:8.9 A prece real certamente alcança a realidade. Até mesmo quando as correntes de ar estão ascendentes, pássaro algum pode planar, a não ser de asas bem abertas. A prece eleva o homem porque é uma técnica para se progredir, por meio da utilização das correntes espirituais ascendentes do universo.

(1002.2) 91:8.10 A prece genuína aumenta o crescimento espiritual, modifica as atitudes e produz aquela satisfação que vem da comunhão com a divindade. É um transbordamento espontâneo da consciência de Deus.

(1002.4) 91:8.12 As palavras da oração são irrelevantes; elas são meramente o canal intelectual pelo qual o rio da súplica espiritual tem a oportunidade de fluir. O valor das palavras, em uma prece, é puramente auto-sugestivo, dentro das devoções íntimas, e sócio-sugestivo, nas devoções grupais. Deus responde à atitude da alma, não às palavras.

(1002.5) 91:8.13 A prece não é uma técnica para se escapar do conflito, é antes um estímulo ao crescimento em face desse mesmo conflito. Orai apenas pelos valores, não pelas coisas; pelo crescimento, não pela gratificação.

15. Condições para uma Prece eficiente

a. Coragem e Vigor (diante dos problemas):

(1002.7) 91:9.2 1. Deveis qualificar-vos para uma prece poderosa encarando com sinceridade e coragem os problemas da realidade do universo. Deveis possuir o vigor cósmico.

b. Atitude (a prece não substitui a ação):

(1002.8) 91:9.3 2. Deveis ter exaurido, honestamente, toda a capacidade inerentemente humana de ajustamento. Deveis ser industriosos.

c. Confiança e Desapego:

(1002.9) 91:9.4 3. Deveis entregar e abandonar todo desejo da mente, e toda aspiração da alma, ao abraço transformador do crescimento espiritual. Deveis ter experimentado um enaltecimento dos significados e uma elevação dos valores.

d. Decisão (de fazer a vontade do Pai):

(1002.10) 91:9.5 4. É preciso escolher, do fundo do coração, a vontade divina. É preciso anular o centro morto da indecisão.

e. Dedicação (a fazer a vontade do Pai):

(1002.11) 91:9.6 5. Não apenas deveis reconhecer a vontade do Pai e escolher cumpri-la, mas deveis fazer uma consagração sem reservas e uma dedicação dinâmica para, de fato, cumprir a vontade do Pai.

f. Esperança (em Deus):

(1002.12) 91:9.7 6. A vossa oração será dirigida exclusivamente à sabedoria divina, para que ela resolva os problemas humanos específicos que encontrardes na ascensão ao Paraíso — a realização da perfeição divina.

g. Fé:

(1002.13) 91:9.8 7. E deveis ter fé — uma fé viva.


Apresentado no Sexto Encontro Nacional de Leitores de O Livro de Urântia, que foi realizado em Porto Alegre, RS.

 

Este trabalho utiliza citações do Livro de Urantia © 1955 Urantia Foundation
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