PREDIÇÕES DO LIVRO DE URANTIA

 [autor desconhecido]

  

O Livro de Urantia contém em torno de cem páginas de informação científica, que como sabemos foi revelada por volta do ano 1935. Algumas destas informações estavam em desacordo com os conceitos científicos da época. Sessenta anos mais tarde, algo desta informação, antes em conflito, agora está de acordo com os conceitos modificados da ciência. Porém algumas informações do LU ainda não estão de acordo com a ciência. Novos conceitos foram apresentados pelo Livro de Urantia, muito antes que os cientistas os conhecessem. Teorias sobre estas matérias se desenvolveram lentamente ao amadurecer a ciência e ao desenvolver novos conceitos necessitados. Estas mudanças têm trazido um novo acordo entre a ciência e o Livro de Urantia e as informações, agora em acordo, podem ser consideradas como sendo predições.

 

Os autores dessa pesquisa consideraram ao redor de vinte e cinco predições que estão em suas áreas de competência ou interesse, mas existem outras no livro. Foram examinadas mais de vinte e cinco predições científicas no Livro de Urantia e comparadas com as versões da ciência. De todas, sete predições se tornaram verdadeiras e mais de uma dúzia estão sendo estudadas. Este é um feito notável que implica coisas interessantes sobre a autenticidade do Livro de Urantia.

 

Entretanto, devemos recordar que atualmente a ciência só trata com o mundo físico, enquanto que o livro trata com o físico, o espiritual, a mente e outros assuntos.

 

O Livro de Urantia avisa sobre as limitações do idioma inglês para transmitir algumas idéias, e estas idéias talvez não tenham passado clara ou corretamente, ainda mais que a tradução para o português não é oficial.

 

As predições serão listadas em três categorias, e haverá uma breve discussão de cada predição.

 

I. Predições que estavam em desacordo com a ciência em 1955, e agora estão de acordo com a ciência:

 

1.      1.      O fim do período Cretáceo e morte dos dinossauros.

2.      2.      A deriva continental ou placas tectônicas.

3.      3.      A matéria escura no universo.  

 

II. Predições desconhecidas para a ciência em 1955, e agora conhecidas para a ciência:

 

1.      1.      A estrutura em grande escala do universo.

2.      2.      O uso do DNA para futuro desenvolvimento humano.

3.      3.      O DNA vindo do espaço exterior ao redor de 550 milhões de anos atrás.

4.      4.      O universo inteiro está em um plano.

 

III. Predições ainda desconhecidas para a ciência

 

1.      1.      A criação do sol e dos planetas.

2.      2.      A criação contínua de matéria e energia.

3.      3.      Os circuitos energéticos do espaço.

4.      4.      A fragmentação do quinto planeta desde o sol.

5.      5.      A organização da matéria em sete super universos.

6.      6.      A localização dos sete super universos.

7.      7.      A evolução pontuada.

8.      8.      A origem do ciclo de manchas solares.

9.      9.      Os doze planetas no sistema solar.

10.  10.  Dois tipos desconhecidos de energia.

11.  11.  A causa da ação de onda das partículas luminosas.

12.  12.  Velocidade maior que a da luz.

13.  13.  Duas classes de gravidade.

14.  14.  A antigravidade.

15.  15.  A energia maior do espaço.

16.  16.  O ultimaton.

17.  17.  A transição do Neanderthal ao Cro-magnon.

18.  18.  Duração de vida de uma estrela ordinária.

19.  19.  Condições especiais requeridas na Terra para nosso tipo de vida.

 

Há muito material no Livro de Urantia que está de acordo com a ciência. Estas não podem ser utilizadas como predições. Entretanto, há outras matérias que não estavam de acordo com a ciência em 1955 e algumas destas podem ser usadas como predições. (Os parênteses mostram o campo da ciência e o número da página do Livro de Urantia). Informação histórica científica está disponível em qualquer boa enciclopédia moderna.

 

 

Categoria I - Predições que estavam em desacordo com a ciência em 1955 e agora estão de acordo.

 

1. O fim do período Cretáceo e morte dos dinossauros. (Geologia, pág. 690) O Livro de Urantia clama que o período cretáceo finalizou com um dos maiores fluxos de magma vulcânico de todos os tempos; cobriu vários continentes. A ciência originalmente estava de acordo com isto; mas mais tarde no século vinte, a ciência encontrou uma nova solução inalcançável para o problema. O período Cretáceo supostamente terminou quando um meteorito de dez milhas de diâmetro mergulhou no Golfo de México, levantou uma nuvem de poeira e vapor por muito tempo e obscureceu o sol, acabou com muita da vida vegetal da cadeia alimentícia, e levou a morte de muitas espécies animais incluindo os dinossauros. A pista crucial foi uma camada fina do elemento metálico irídio por cima da camada do Cretáceo. O irídio tem sido encontrado em poucos meteoritos; há pouco na superfície terrestre, mas há quantidades substanciais em magmas profundos na terra que poderiam vir à superfície durante fluxos massivos de magma. A teoria do meteorito foi um tipo de conto que  populares da ciência poderiam discutir em revistas e periódicos (o suplemento dominical da ciência). Fez-se muito popular, mas em anos recentes a teoria do meteorito está tendo problema e a teoria do magma está regressando, ainda que uma grande cratera meteórica foi encontrada no solo do Golfo de México. A pergunta é, qual desastre fez mais dano a cadeia alimentícia?

 

2. As Placas Tectônicas ou a Deriva Continental (Geologia pág. 663, 668) O livro diz que os continentes se movem lentamente sobre a superfície de terra (várias polegadas por ano). Isto foi proposto nos primeiros anos do século vinte e não havia sido provado em 1955. Entretanto, uma olhada à costa leste da América do Sul e à costa oeste da África rapidamente mostra o antigo ajuste dos dois continentes. Mas a ciência requer prova. E a prova chegou em 1969 ao igualar a superfície das camadas terrestres em dois continentes separados e encontrar uma rachadura comprida secionada norte-sul no leito do oceano entre os continentes. Outra predição se fez essencialmente realidade mesmo se a ciência chama isto de placas tectônicas.

 

3. A matéria escura no universo. A matéria visível que vemos no céu pensa-se agora que é uma fração menor (menos de 5%) da massa (matéria) no universo. O resto da massa não é visível, e se refere como matéria escura. É necessária para que sua atração gravitacional mantenha rodando as galáxias, para que as mesmas não se fragmentem. A primeira pista veio nos anos trinta, mas foi ignorada pelos astrônomos por décadas. Recentes medições realizadas num grande número de estrelas da Grande Nuvem de Magalhães mostrou que algumas estrelas desapareciam por um curto tempo; isto claramente implicava que alguma matéria escura havia-se movido em frente à estrela sumida. A natureza da matéria escura não se conhece precisamente. O Livro de Urantia chama este assunto de ilhas escuras do espaço, e diz que são na maioria sóis mortos. A ciência tem que explicar porque há tantos sóis mortos.

 

 

Categoria II - Predições desconhecidas para a ciência em 1955 e agora conhecidas.

 

1. A estrutura em grande escala do universo. Nos anos trinta, os livros de astronomia diziam que as galáxias estavam uniformemente distribuídas através do espaço. Isto estava baseado nas distâncias relativamente curtas que os telescópios eram capazes de ver. Os telescópios modernos de longo alcance podem observar matéria que se crê estarem a milhões de anos-luz (distância que a luz viaja em um ano, ao redor de 6 bilhões de milhas). Estudos de movimentos relativos de galáxias distantes mais além da constelação de Virgem mostram o que parece ser um centro de gravidade massivo (o cúmulo de Virgem) que está ao redor de 50 milhões de anos-luz e atrai centenas de galáxias. Esta estrutura tende a ser de algum modo aplainada. A Via Láctea está longe do centro desta estrutura; a estrutura completa é chamada Super cúmulo de Virgem. Isto se parece com um setor maior discutido no Livro de Urantia. Os astrônomos têm encontrado ainda uma estrutura maior (o Grande Atrator) que poderia ser o centro de nosso Superuniverso. Esta é uma matéria que a ciência só descobriu recentemente. O Livro de Urantia estava claramente anos adiante de seu tempo. (Ver o Arauto da Comunidade, Vol. 2, #1 1999-2000 para informação detalhada)  ou o artigo "Duas Cosmologias".

 

2. DNA para o futuro desenvolvimento da raça humana. (Genética pág. 734) O livro de Urantia diz que a raça humana tem se desenvolvido lentamente por evolução, e por algumas interespeciações com um par de melhoradores raciais, Adão e Eva. O livro também diz que o futuro desenvolvimento humano virá de desenvolvimentos técnicos, em lugar da evolução. Posto que estamos começando a entender a estrutura molecular do DNA humano, é altamente provável que isto será usado tecnologicamente.

 

3. A origem do DNA em Urantia (Bioquímica pág. 396, 397) A ciência clama haver encontrado esta simples célula individual e que a vida poderia haver começado aqui há mais de 3 bilhões de anos; mas houve pouca evolução por quase 3 bilhões de anos. Nada mudou até que o DNA apareceu em células vivas ao redor de 550 milhões de anos atrás. Isto é, quando começou a evolução! A pergunta é "de onde veio o DNA?". Os cientistas não têm encontrado rastro dele aqui antes de 550 milhões de anos, têm sido incapazes de fazer um rascunho ou de copia-lo em laboratório, estão explorando seriamente a possibilidade de que tenha chegado acidentalmente aqui vindo do espaço exterior, talvez em um meteorito. O Livro de Urantia também diz que chegou aqui por volta de 550 milhões de anos atrás do espaço exterior, mas a vida do DNA foi implantada deliberadamente em três localidades de água salgada em Urantia por seres espirituais chamados Portadores de Vida. Dois implantes tiveram êxito e se desenvolveram em todas as formas de vida de nosso planeta, Urantia.

 

4. A estrutura a grande escala do universo é plana. (Pág. 124) Medições recentes de antigos campos de radiação infravermelha são muito uniformes; isto é indicativo de uma estrutura plana. Qualquer estrutura curva introduziria desuniformidades. O Livro de Urantia diz que a estrutura plana se faz espessa no extremo exterior. É difícil justificar um universo plano saindo da Grande Explosão que se expande em todas as direções.

 

 

Categoria III - Possíveis predições futuras que poderiam se tornar realidade.

                       

1. A criação do Sol e dos Planetas (Cosmologia, Astrofísica, pág. 651). A ciência diz que o sol foi criado quando uma enorme nuvem de gás hidrogênio se contraiu pela gravidade e se esquentou por compressão do gás até que esteve suficiente quente para se tornar um forno solar (10 milhões de graus Celsius.) O livro diz a mesma coisa exceto que havia mais de cem mil outros sóis que também foram criados da mesma enorme nebulosa de Andronover. Sua criação levou cerca de dois milhões de anos, e foram expulsos da nebulosa depois de sua formação. Os efeitos colaterais desta perturbação de energia estão sendo estudados e usados pela ciência para justificar a teoria da Grande Explosão (Big Bang). A ciência não sabe sobre os outros cem mil sóis, a nebulosa ou a expulsão dos sóis da nebulosa.

 

Mas o sol era um corpo solitário, sem planetas. Entretanto, outra nebulosa passou "perto" e arrancou suficiente matéria do sol para formar todos os planetas e mais. Isto tomou meio milhão de anos. Muita da matéria foi recuperada pelo sol, mas o remanescente formou os planetas do sistema solar. Os planetas maiores se formaram primeiro, logo os menores. Este conceito explica porque o plano dos planetas está inclinado sete graus em relação ao eixo do sol. A ciência fala de um evento similar, mas o disco de matéria que formou os planetas foi formado ao mesmo tempo em que o sol. Neste caso, o plano dos planetas deveria estar perpendicular ao eixo do sol, mas não está.

 

2. A criação da matéria e a energia. (Cosmologia, Física, pág. 49, 55, 468) O livro diz que a energia está sendo continuamente criada em um lugar central, é baixada e transferida por circuitos de energia através do universo; e a matéria está sendo criada da energia em muitos lugares especialmente mais além dos sete Supra-universos. A ciência tem uma teoria desacreditada a respeito da criação contínua, mas a teoria aceita hoje é que toda a energia em nosso universo foi criada há dez ou quinze bilhões de anos em um instante e em um lugar. Nada se diz sobre a fonte da energia, mesmo que a conservação de energia é o principio maior da física. Este evento é explicado pela teoria do Big Bang. Esta energia está se esfriando e expandindo desde então, e tem criado o universo inteiro. Interessantemente, alguns dos resultados experimentais mais novos estão ocasionando perguntas sobre o Big Bang. O Livro de Urantia fala de uma enorme perturbação de energia em nossa parte do universo há seis ou oito bilhões de anos, o que poderia ter sido uma grande explosão local; cujos efeitos posteriores poderiam ter sido assumidos como remanescentes do Big Bang. O Livro de Urantia não fala de um Big Bang.

 

3. Circuitos de energia do espaço. (pág. 177). Se não houve um Big Bang, qual é a fonte de energia para operar o universo? O Livro de Urantia fala de uma fonte central de energia e circuitos energéticos para distribuir a energia através do universo. Os circuitos de energia vão desde a Fonte Central aos principais centros e massas, os Supra-universos, logo baixam a estruturas menores de massa para finalmente subir às estrelas individuais. Os circuitos de energia também degradam a energia de tal modo que a energia de nosso sol é a energia física que nosso sistema de vida é capaz de usar.

 

4. Fragmentação do quinto planeta a partir do sol. (Astronomia, Cosmologia, pág. 658) O livro diz que o quinto planeta a partir do sol foi lentamente atraído pela gravidade do sexto planeta gigante, Júpiter. Quando esteve perto o suficiente, a gravidade de Júpiter destruiu o quinto planeta para criar o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter. A ciência agora diz que nunca houve um quinto planeta, e que os asteróides são peças de material espacial que nunca formaram um planeta. “Crônicas da Terra” clama que uma colisão planetária destruiu o quinto planeta e criou os asteróides.

 

5. Organização da matéria nos Supra-universos. (Astronomia, pág. 167,168) O livro descreve a organização da matéria em um supra-universo. A ciência conhece algo desta informação, mas não tudo. De fato, a ciência não sabe ainda dos supra-universos. O livro diz que a ciência descobrirá algo desta informação logo. Há uma pergunta, de se a Via Láctea é um universo local ou um setor menor de um supra-universo, mas acreditamos que o Livro de Urantia parece implicar que é um setor menor. O Livro de Urantia explica que a maioria das estrelas não tem planetas, e é por isso que o número de planetas habitados é muito menor que o número de sóis. Nossa conjectura é que há um planeta habitado por 100 estrelas de todos os tipos. (ver Arauto da Comunidade, Vol. 2, #1).

 

6. A Localização dos sete Supra-universos no Grande Universo. (Astronomia, pág. 164,165) O livro descreve os sete supra-universos circulando ao redor de um universo central em um anel elíptico plano que se engrossa nas bordas externas. Também diz que a ciência tem quase encontrado o supra-universo número sete e encontrará logo o resto. Em 1935, a ciência pensava que as galáxias estavam distribuídas uniformemente através do espaço, ao invés de estar em uma "panqueca" grossa. A existência de grandes vazios entre algumas galáxias e os cúmulos gravitatórios de galáxias só foram recentemente descobertos. Isto também tem a oportunidade de fazer-se realidade.

 

7. A evolução pontuada. A evidência fóssil está mostrando que algumas espécies apareceram quase "instantaneamente" ao invés de evoluir lentamente. Mas a evidência fóssil não diz que representa um tão curto tempo "instantâneo". Isto está chegando a ser aceito entre os evolucionistas com o entendimento que instantaneamente pode ser muitas gerações. O Livro de Urantia discute várias destas  rápidas aparições na seção da evolução da vida. O livro fala da aparição das principais modificações humanas em uma geração. Este conceito pode chegar a ser mais aceito ao passar do tempo, e esta predição poderia estar começando a fazer-se realidade.

 

8. A origem do ciclo das manchas solares. (Astronomia, pág. 459, 656) O livro diz que nosso ciclo de onze anos de manchas solares é um muito lento remanescente do curto tempo (3,5 dias) da fase variável Cefeida do sol. (A fase Cefeida de uma estrela é uma variação cíclica de brilho, e a freqüência da variação e brilho estão relacionados.) Mesmo que a ciência não faz a reivindicação acima, é plausível. Um estudo requereria medições precisas de brilho de estrelas a muito longo prazo da variável Cefeida de baixo brilho e necessita, baseado no espaço, medições a longo prazo das variações do brilho do sol. Posto que o ciclo de onze anos das manchas solares mostra uma variação no número de manchas solares escuras, estas manchas solares escuras poderiam reduzir a emissão de luz solar.

 

9. Os doze planetas em nosso sistema solar. (Astronomia, pág. 656) Enquanto a ciência conhece os nove planetas e os remanescentes ou pré-planetesimais de um décimo, o livro diz que há doze planetas na família solar, com cinco mais além de Saturno. Os astrônomos estão buscando atualmente planetas exteriores ao observar mudanças muito pequenas nos movimentos dos planetas exteriores conhecidos, que poderiam ser causados pela gravidade de dois planetas afastados. As duas sondas espaciais que estão viajando além de Plutão, a Pioneer 10 e a 11, estão também sendo observadas por pequenas mudanças que poderiam ser causadas pela gravidade de outro planeta ou dois. Entretanto, se os planetas estivessem em partes de suas órbitas afastadas das sondas espaciais, teriam pouco efeito.

 

10. Dois tipos de energia desconhecida. (Física, pág. 474) O livro discute todos os tipos de radiação eletromagnética conhecidas pela ciência. Também discute outros dois tipos de radiação de energia superior que a ciência não conhece. Uma é chamada raios infra-ultimatônicos e está envolvido na primeira etapa da energia criada. O outro é chamado raios ultimatônicos e envolve a conversão de energia a partículas ultimaton (Ver predição dezesseis desta seção.) Algo do trabalho experimental com máquinas de energia superior poderia guiar ao descobrimento destes raios.

 

11. A causa da ação de onda das partículas luminosas. (Física, pág. 461) o livro e a ciência dizem que a luz consiste em partículas; mas o Livro de Urantia fala de outra energia, desconhecida na terra, que atua sobre a luz, causa que as partículas se unam em uma forma de onda. A ciência sabe que a luz tem propriedades de onda e partícula, mas não sabe porque existem as propriedades de onda.

 

12. Velocidade maior que a velocidade da luz. (Física, Teologia, pág. 260) A ciência mantém que um corpo físico não pode mover-se mais rápido que a velocidade da luz. O livro discute velocidades maiores que a velocidade da luz, mas poderia estar falando de matéria espiritual em lugar de física. Poderia estar considerando matéria que não é afetada pela gravidade linear (convencional).

 

13. Duas classes de gravidade. (Física, pág. 125) A ciência está familiarizada com a atração gravitacional entre dois corpos físicos, mas não entende a causa. O livro chama essa gravidade de linear. Também fala da gravidade radial, que aparentemente trabalha entre o universo central e outros corpos tais como os ultimatons livres, (artigo 16) e entre o universo central e a energia. Quer dizer isto que os ultimatons estão envolvidos na geração de um campo gravitacional linear? A ciência tem conduzido experimentos muito difíceis para ver se a gravidade linear afeta a energia luminosa. O faz, mas poderia haver suficiente discrepância para computar outro tipo de gravidade.

 

14. A Antigravidade. (Física, pág. 101) O livro discute a antigravidade e algumas partículas que são afetadas por ela. A ciência especula que a antigravidade possa existir, mas tem poucas idéias sobre ela.

 

15. A energia maior do espaço. (Física, pág. 467) O livro diz que a luz e a eletricidade não são as energias principais do espaço. Aparentemente tampouco o é a gravidade. O livro diz o que a ciência não conhecia em 1955. Esta energia aparente flui através do espaço em circuitos. Ademais, a ciência ainda não sabe destes circuitos.

 

16. A partícula ultimaton. (Física, pág. 465, 467, 472, 473, 476) O livro discute a partícula fundamental, o ultimaton. Esta é a primeira partícula de massa que é criada da energia. Cem ultimatons retardados fazem um elétron, mas não usam órbitas de movimento com os elétrons, os ultimatons fazem cachos. Talvez algum tipo de estrutura de casca está envolvido. A ciência não tem idéia de que os elétrons são feitos de partículas menores. A velocidade dos ultimatons poderia exceder a velocidade da luz porque os ultimatons não são afetados pela gravidade linear.

 

17. A transição de Neandertal a Cro-magnon. (Antropologia, pág. 890) A ciência está consciente que foi uma mudança relativamente rápida do tipo Neandertal de humanos ao Cro-magnon ou homem moderno há cerca de 35.000 anos. A ciência não sabe porque isto aconteceu tão rapidamente, posto que a evolução lenta não conta tão rápida transição. O livro diz que os descendentes de extraterrestres superiores, no caso, Adão e Eva, se cruzaram com povos nativos terrestres da idade da pedra para criar alguns homens modernos, que eliminaram os Neandertais. Os Neandertais e os Cro-magnon haviam existido simultaneamente por milhares de anos. Algo aconteceu para causar esta mudança.

 

18. Duração da vida de uma estrela ordinária. (Astrofísica. Pág. 172, 465) O livro diz que uma estrela ordinária, como o sol, pode brilhar por bilhões de anos. A ciência também calcula que uma estrela pode gerar energia suficiente para brilhar por bilhões de anos. Mas o livro diz que as estrelas que estão na corrente principal do circuito de energia espacial podem adquirir mais energia e brilhar indefinidamente. Na pág. 172, o livro clama tal vida estelar por trilhões de anos. A existência de um fluxo especial de energia espacial é desconhecida para a ciência, e assim como a existência de canais de fluxo para esta energia.

 

19. Condições especiais requeridas na terra para nosso tipo de vida. (pág. 665) Nosso tipo de vida requer condições muito especiais sobre a terra (6). Coisas tais como a temperatura, uma atmosfera com a química e pressão apropriadas, olhos com a sensibilidade combinada à luz emitida pelo sol, fazem possível a vida para criaturas tais como nós. O livro fala de cinqüenta mil destas condições. A probabilidade de origem acidental da vida é extremamente pequena.

 

As predições que foram analisadas neste capítulo são as mais fáceis no julgamento dos autores. Cobrem as matérias da Física, da cosmologia, da energia, etc. Há mais análises que podem ser feitas por peritos em outros campos, e em anos posteriores quando mais predições se façam realidade.

 

A revelação poderia não ser absoluta verdade, mas está combinada às necessidades e entendimento daqueles que a receberam. Poderia não cobrir completamente o assunto, e poderia ainda omitir partes principais da disciplina em questão. Não proverá informação que será útil em um futuro longínquo. A análise das predições tem apresentado uma visão interessante da ciência revelada. Isto poderia ser útil a todos os leitores, posto que acrescenta o fator de verdade revelado a algo do material científico no livro, e implica que o resto do livro seja mais crível.

 

 

 

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